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	<title>Comentários sobre Blog do InPA</title>
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	<link>http://www.inpaonline.com.br/blog</link>
	<description>Este é Blog do InPA - Instituto de Psicologia Aplicada.  Serão apresentados e discutidos aqui temas ligados à Psicologia e à Análise do Comportamento.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 00:01:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Pensando bem, eu não quero mais ouvir a sua voz por Fábio Caló</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/pensando-bem-eu-nao-quero-mais-ouvir-a-sua-voz/#comment-12</link>
		<dc:creator>Fábio Caló</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 00:01:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=488#comment-12</guid>
		<description>Paula, que bom poder ler um comentário seu nesse post. O texto é provocativo e tem como objetivo produzir sentimentos, verbalizações e outros comportamentos decorrentes da leitura e o consequente contato que o leitor faça com as experiências que teve nos términos de relacionamentos amorosos. Eu também entendo esse texto como a representação de um momento, espero que breve, na vida daquele ou daquela que com o post se identifique.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paula, que bom poder ler um comentário seu nesse post. O texto é provocativo e tem como objetivo produzir sentimentos, verbalizações e outros comportamentos decorrentes da leitura e o consequente contato que o leitor faça com as experiências que teve nos términos de relacionamentos amorosos. Eu também entendo esse texto como a representação de um momento, espero que breve, na vida daquele ou daquela que com o post se identifique.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Pensando bem, eu não quero mais ouvir a sua voz por Paula Pinha</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/pensando-bem-eu-nao-quero-mais-ouvir-a-sua-voz/#comment-11</link>
		<dc:creator>Paula Pinha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:54:51 +0000</pubDate>
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		<description>Achei o texto muito profundo e verdadeiro! Mas acredito que ele reflete um momento em que ainda não aceitamos a perda. Pois acho que a partir do momento que a aceitamos, deixamos de pensar que foi um erro abandonar projetos, trabalhos e prazeres pessoais por um amor. Deixamos também de pensar que deveríamos ter definido claramente o nosso espaço individual. Deixamos de nos arrepender de ter acreditado no amor. Pois o amor é assim: quer que a gente deixe de pensar como uma pessoa só; quer que a gente mude nossos projetos individuais para construir projetos em conjunto; quer que a gente modifique nosso espaço individual e deixe cair nossas barreiras. Se não for assim, não será amor. Se não apostarmos todas as fichas, se não mergulharmos de cabeça, não teremos sentido o sabor do amor. E o amor vale a pena! Independente do que aconteça no final, se entregar para uma pessoa que você acredita amar, vale muito a pena!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o texto muito profundo e verdadeiro! Mas acredito que ele reflete um momento em que ainda não aceitamos a perda. Pois acho que a partir do momento que a aceitamos, deixamos de pensar que foi um erro abandonar projetos, trabalhos e prazeres pessoais por um amor. Deixamos também de pensar que deveríamos ter definido claramente o nosso espaço individual. Deixamos de nos arrepender de ter acreditado no amor. Pois o amor é assim: quer que a gente deixe de pensar como uma pessoa só; quer que a gente mude nossos projetos individuais para construir projetos em conjunto; quer que a gente modifique nosso espaço individual e deixe cair nossas barreiras. Se não for assim, não será amor. Se não apostarmos todas as fichas, se não mergulharmos de cabeça, não teremos sentido o sabor do amor. E o amor vale a pena! Independente do que aconteça no final, se entregar para uma pessoa que você acredita amar, vale muito a pena!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Brasília, a capital da solidão por Fábio Caló</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/brasilia-a-capital-da-solidao/#comment-10</link>
		<dc:creator>Fábio Caló</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 01:50:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=66#comment-10</guid>
		<description>Léo, saudações candangas. Obrigado pelo seu comentário. Entendo que você já está fazendo a sua parte ao interagir por aqui. Vamos levar juntos essa idéia a outras pessoas, ok? Se você puder, compartilhe esse post com os seus amigos no Tweeter e no Face Book. Somente com a colaboração de muitos que militem a favor dessa nobre causa vamos gerar novas reflexões e mudanças de comportamento. Eu estou disposto a lutar e pelo jeito você também. Sei que outros estarão do nosso lado. Um forte abraço, meu irmão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Léo, saudações candangas. Obrigado pelo seu comentário. Entendo que você já está fazendo a sua parte ao interagir por aqui. Vamos levar juntos essa idéia a outras pessoas, ok? Se você puder, compartilhe esse post com os seus amigos no Tweeter e no Face Book. Somente com a colaboração de muitos que militem a favor dessa nobre causa vamos gerar novas reflexões e mudanças de comportamento. Eu estou disposto a lutar e pelo jeito você também. Sei que outros estarão do nosso lado. Um forte abraço, meu irmão!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Brasília, a capital da solidão por leo</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/brasilia-a-capital-da-solidao/#comment-9</link>
		<dc:creator>leo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 18:35:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=66#comment-9</guid>
		<description>Parabens pela matéria.
Concordo em todos pontos e vírgulas com você.
Uma campanha precisa ser iniciada para que isso mude um dia. 
&quot;E o difícil não é a batalha em sí, mas sim as pessoas que queiram lutar.&quot;
Acreditar que pode ser diferente, e cada um que ler essa matéria fizer a sua parte, já é um grande começo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabens pela matéria.<br />
Concordo em todos pontos e vírgulas com você.<br />
Uma campanha precisa ser iniciada para que isso mude um dia.<br />
&#8220;E o difícil não é a batalha em sí, mas sim as pessoas que queiram lutar.&#8221;<br />
Acreditar que pode ser diferente, e cada um que ler essa matéria fizer a sua parte, já é um grande começo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ansiedade nossa de cada dia por andre</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/ansiedade-nossa-de-cada-dia/#comment-8</link>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 23:37:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=45#comment-8</guid>
		<description>Prezado Fábio,

obrigado pela resposta. Foi exatamente esse trecho que você comentou ao qual eu me referia (“A pessoa tá pirando, né?”). Aprecio o posicionamento que você demonstrou com relação aos rótulos e diagnósticos e compartilho da forma como você vê algumas das complicadas questões relacionadas com a comunicação ao público - sem dúvida é um enorme desafio que exige uma aproximação da linguagem cotidiana e do conhecimento do seu público alvo.

&quot;Se “piração” é qualquer padrão comportamental que fuja a curva normal, então vou rapidamente concordar que o TOC seja uma “piração”, muito embora o estímulo verbal “piração” não encontre qualquer equivalente na terminologia científica&quot;

Concordo. Se entendermos o conceito de &quot;piração&quot; como o distanciamento de uma curva normal, uma interpretação bem mais estatística, eu também concordarei na adequação do seu uso, mas receio que dificilmente essa seja a forma como a pessoa que te fez a tal pergunta usou ou compreendia esse conceito. Acho muito mais provável que o conceito tenha sido usado na sua forma cotidiana mais comum e estigmatizada (essa pessoa é doida, não tem jeito, ela é assim e pronto!), e dessa forma corremos o risco de passar uma mensagem errada.

O propósito da palestra foi muito louvável e certamente contribuiu para um conhecimento melhor informado dos espectadores na palestra. Entendo que se torna inviável uma definição precisa de conceitos o tempo todo, e esse é o risco ingrato que um comunicador de pesquisa precisa entender que sempre correrá. Tendo essa compreensão clara, o comunicador sempre estará preparado para perceber erros (que certamente existirão) e pontos que sempre poderiam melhorar. A impressão que tenho é que você seja um comunicador com essa compreensão e fico feliz de perceber a sua receptividade à minha pequena crítica.

Tive a oportunidade de assistir a outra palestra sua no mês passado pela internet e achei muito bacana a sua postura além do tema abordado em si. O ruim foi que o som do vídeo não estava da melhor qualidade e não pude entender algumas coisas. Vou ficar atento à programação para tentar comparecer em uma próxima palestra.

abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Fábio,</p>
<p>obrigado pela resposta. Foi exatamente esse trecho que você comentou ao qual eu me referia (“A pessoa tá pirando, né?”). Aprecio o posicionamento que você demonstrou com relação aos rótulos e diagnósticos e compartilho da forma como você vê algumas das complicadas questões relacionadas com a comunicação ao público &#8211; sem dúvida é um enorme desafio que exige uma aproximação da linguagem cotidiana e do conhecimento do seu público alvo.</p>
<p>&#8220;Se “piração” é qualquer padrão comportamental que fuja a curva normal, então vou rapidamente concordar que o TOC seja uma “piração”, muito embora o estímulo verbal “piração” não encontre qualquer equivalente na terminologia científica&#8221;</p>
<p>Concordo. Se entendermos o conceito de &#8220;piração&#8221; como o distanciamento de uma curva normal, uma interpretação bem mais estatística, eu também concordarei na adequação do seu uso, mas receio que dificilmente essa seja a forma como a pessoa que te fez a tal pergunta usou ou compreendia esse conceito. Acho muito mais provável que o conceito tenha sido usado na sua forma cotidiana mais comum e estigmatizada (essa pessoa é doida, não tem jeito, ela é assim e pronto!), e dessa forma corremos o risco de passar uma mensagem errada.</p>
<p>O propósito da palestra foi muito louvável e certamente contribuiu para um conhecimento melhor informado dos espectadores na palestra. Entendo que se torna inviável uma definição precisa de conceitos o tempo todo, e esse é o risco ingrato que um comunicador de pesquisa precisa entender que sempre correrá. Tendo essa compreensão clara, o comunicador sempre estará preparado para perceber erros (que certamente existirão) e pontos que sempre poderiam melhorar. A impressão que tenho é que você seja um comunicador com essa compreensão e fico feliz de perceber a sua receptividade à minha pequena crítica.</p>
<p>Tive a oportunidade de assistir a outra palestra sua no mês passado pela internet e achei muito bacana a sua postura além do tema abordado em si. O ruim foi que o som do vídeo não estava da melhor qualidade e não pude entender algumas coisas. Vou ficar atento à programação para tentar comparecer em uma próxima palestra.</p>
<p>abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ansiedade nossa de cada dia por Fábio Caló</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/ansiedade-nossa-de-cada-dia/#comment-7</link>
		<dc:creator>Fábio Caló</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 20:10:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=45#comment-7</guid>
		<description>André, muito obrigado pelos seus comentários. Sinta-se sempre muito a vontade para expressar as suas opiniões por meio desse canal de comunicação. Esse espaço é aberto a todos aqueles que queiram, como você, discutir temas relacionados ao comportamento humano ou apontar de forma habilidosa e respeitosa as impressões sobre o nosso trabalho aqui no InPA . Então, vamos lá. 

Rótulo é algo que os terapeutas analítico-comportamentais como eu evitam ao máximo. Entendemos, e isso foi dito na palestra, que os diagnósticos, isto é, os rótulos aceitos por grande parte da comunidade científica, servem para a troca de informação entre profissionais de mesma formação e possibilitam uma categorização de comportamentos comuns num dado transtorno, o que facilita a comunicação, principalmente multi-disciplinar. Em que pese essa importância do diagnóstico, nós, analistas do comportamento, somos avessos a entidades nosográficas que sugiram categorização e explicação nelas mesmas. Geralmente, não nos referimos as classes comportamentais em excesso ou déficit presentes num dado transtorno com um nome simples, um diagnóstico. O tipo de “diagnóstico” que fazemos é funcional, ou seja, especificamos as relações que existem entre as variáveis presentes na vida de uma determinada pessoa e os comportamentos-problema que ela emite. Mas, árdua é a tarefa dos psicólogo comportamental que vem a público apresentar essas informações, pois ele tem que se utilizar do conhecimento que esse público possui e construir novos conceitos a partir deles.

Eu não vejo o conjunto de classes comportamentais, que quando agrupados recebem um rótulo, o diagnóstico, como a simples &quot;loucura&quot; ou &quot;piração, palavras do senso comum. Nem desejo reforçar o discurso de que, aqueles que apresentem essas classes comportamentais alteradas como fobias ou depressão sejam estigmatizados loucos e pirados. Verifique que todos nós, inclusive eu e você podemos passar por algum momento delicado de nossas vidas que instale um repertório comportamental disfuncional que seria passível de ser rotulado. 

Reassistindo a palestra, que foi gravada, pude entender o seu incômodo, pois foram lançadas duas perguntas sobre a minha explicação sobre o TOC e suas características: - “Isso decorre da ansiedade?”,  que teve como resposta: “Isso é um quadro ansioso, isso já o próprio transtorno de ansiedade” (busquei aqui chamar atenção para o fato de que a doença não se explica por si mesma, ou seja, ter as alterações comportamentais do TOC NÃO é explicado quando dizemos age e pensa assim PORQUE tem TOC). Logo em seguida, a mesma pessoa perguntou: “A pessoa tá pirando, né?”, a qual foi respondida com uma breve e seca frase: - “É um tipo de piração sim”. E continuei dando exemplos do TOC. Se “piração” é qualquer padrão comportamental que fuja a curva normal, então vou rapidamente concordar que o TOC seja uma “piração”, muito embora o estímulo verbal “piração” não encontre qualquer equivalente na terminologia científica, seja ela psiquiátrica ou analítico-comportamental. Na próxima, se houver oportunidade, eu chamo atenção para esse último ponto, ok? ;)

A palestra toda tinha um propósito que era tirar os transtornos ansiosos  descritos no DSM do cenário obscuro da patologia ou da doença, pois terapeutas comportamentais enxergam alterações das frequências comportamentais e chamar atenção para o fato de que a ansiedade por si não configura um problema, por outro lado, é condição natural da vida. Por vezes, muitas perguntas são feitas e não podemos reformular conceitos a cada questionamento delicado como esse que foi apresentado. De toda sorte, grato pelo comentário e te convido a vir as próximas para que eu possa te dar um abraço pessoalmente. Até lá, abraço virtual! ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André, muito obrigado pelos seus comentários. Sinta-se sempre muito a vontade para expressar as suas opiniões por meio desse canal de comunicação. Esse espaço é aberto a todos aqueles que queiram, como você, discutir temas relacionados ao comportamento humano ou apontar de forma habilidosa e respeitosa as impressões sobre o nosso trabalho aqui no InPA . Então, vamos lá. </p>
<p>Rótulo é algo que os terapeutas analítico-comportamentais como eu evitam ao máximo. Entendemos, e isso foi dito na palestra, que os diagnósticos, isto é, os rótulos aceitos por grande parte da comunidade científica, servem para a troca de informação entre profissionais de mesma formação e possibilitam uma categorização de comportamentos comuns num dado transtorno, o que facilita a comunicação, principalmente multi-disciplinar. Em que pese essa importância do diagnóstico, nós, analistas do comportamento, somos avessos a entidades nosográficas que sugiram categorização e explicação nelas mesmas. Geralmente, não nos referimos as classes comportamentais em excesso ou déficit presentes num dado transtorno com um nome simples, um diagnóstico. O tipo de “diagnóstico” que fazemos é funcional, ou seja, especificamos as relações que existem entre as variáveis presentes na vida de uma determinada pessoa e os comportamentos-problema que ela emite. Mas, árdua é a tarefa dos psicólogo comportamental que vem a público apresentar essas informações, pois ele tem que se utilizar do conhecimento que esse público possui e construir novos conceitos a partir deles.</p>
<p>Eu não vejo o conjunto de classes comportamentais, que quando agrupados recebem um rótulo, o diagnóstico, como a simples &#8220;loucura&#8221; ou &#8220;piração, palavras do senso comum. Nem desejo reforçar o discurso de que, aqueles que apresentem essas classes comportamentais alteradas como fobias ou depressão sejam estigmatizados loucos e pirados. Verifique que todos nós, inclusive eu e você podemos passar por algum momento delicado de nossas vidas que instale um repertório comportamental disfuncional que seria passível de ser rotulado. </p>
<p>Reassistindo a palestra, que foi gravada, pude entender o seu incômodo, pois foram lançadas duas perguntas sobre a minha explicação sobre o TOC e suas características: &#8211; “Isso decorre da ansiedade?”,  que teve como resposta: “Isso é um quadro ansioso, isso já o próprio transtorno de ansiedade” (busquei aqui chamar atenção para o fato de que a doença não se explica por si mesma, ou seja, ter as alterações comportamentais do TOC NÃO é explicado quando dizemos age e pensa assim PORQUE tem TOC). Logo em seguida, a mesma pessoa perguntou: “A pessoa tá pirando, né?”, a qual foi respondida com uma breve e seca frase: &#8211; “É um tipo de piração sim”. E continuei dando exemplos do TOC. Se “piração” é qualquer padrão comportamental que fuja a curva normal, então vou rapidamente concordar que o TOC seja uma “piração”, muito embora o estímulo verbal “piração” não encontre qualquer equivalente na terminologia científica, seja ela psiquiátrica ou analítico-comportamental. Na próxima, se houver oportunidade, eu chamo atenção para esse último ponto, ok? <img src='http://www.inpaonline.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A palestra toda tinha um propósito que era tirar os transtornos ansiosos  descritos no DSM do cenário obscuro da patologia ou da doença, pois terapeutas comportamentais enxergam alterações das frequências comportamentais e chamar atenção para o fato de que a ansiedade por si não configura um problema, por outro lado, é condição natural da vida. Por vezes, muitas perguntas são feitas e não podemos reformular conceitos a cada questionamento delicado como esse que foi apresentado. De toda sorte, grato pelo comentário e te convido a vir as próximas para que eu possa te dar um abraço pessoalmente. Até lá, abraço virtual! <img src='http://www.inpaonline.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Ansiedade nossa de cada dia por andre</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/ansiedade-nossa-de-cada-dia/#comment-6</link>
		<dc:creator>andre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 18:17:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.inpaonline.com.br/blog/?p=45#comment-6</guid>
		<description>Olá Fábio,

fico feliz que a livraria cultura esteja promovendo esse tipo de palestra para divulgarmos e ajudarmos a defazer alguns estigmas que certos trantornos ganharam em nossa sociedade.

não pude ir a sua palestra, mas tive colegas que foram e me contaram suas impressões do evento. Como um estudante de psicologia da UnB, fiquei um pouco preocupado com algumas coisas ditas na palestra sobre questões tão estigmatizadas em nossa sociedade sobre os transtornos e gostaria de compartilhar com vc a minha inquietação.

Meus colegas comentaram que em determinado ponto da palestra você falou da sua experiência e da de clientes num tom um pouco irônico, chegando a reforçar certos preconceitos como quando vc concordou com o comentário de uma pessoa da platéia sobre a &quot;piração&quot; dessas pessoas com ansiedade, como uma cliente que vc citou que tinha fobia de borboletas. 

O que me preocupa diante de comentários desse tipo é que provavelmente muitas pessoas na platéia tinham algum envolvimento (direto ou indireto) com fobias, como era o caso de alguns colegas meus, e a forma como vc se expressou ao falar de alguns exemplos pode ter passado uma mensagem errada. Além disso, tenho receio que alguns espectadores tenham saido da palestra achando que é correto rotular pessoas que tenham qualquer tipo de fobia como pessoas &quot;piradas&quot;, malucas, reforçando assim uma visão superficial do diagnóstico psicológico.

Assim como vc, estou preocupado em informar corretamente as pessoas sobre o conhecimento que a psicologia tem a oferecer e em desmistificar esteriótipos que possam causar sofrimento e descriminação contra pessoas com certos transtornos que, é importante enfatizar, variam muito em seus graus de comprometimentos.

Parabenizo o InPA pela iniciativa de divulgar a psicologia através destas palestras e espero que muitas outras sejam realizadas ainda!

um grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Fábio,</p>
<p>fico feliz que a livraria cultura esteja promovendo esse tipo de palestra para divulgarmos e ajudarmos a defazer alguns estigmas que certos trantornos ganharam em nossa sociedade.</p>
<p>não pude ir a sua palestra, mas tive colegas que foram e me contaram suas impressões do evento. Como um estudante de psicologia da UnB, fiquei um pouco preocupado com algumas coisas ditas na palestra sobre questões tão estigmatizadas em nossa sociedade sobre os transtornos e gostaria de compartilhar com vc a minha inquietação.</p>
<p>Meus colegas comentaram que em determinado ponto da palestra você falou da sua experiência e da de clientes num tom um pouco irônico, chegando a reforçar certos preconceitos como quando vc concordou com o comentário de uma pessoa da platéia sobre a &#8220;piração&#8221; dessas pessoas com ansiedade, como uma cliente que vc citou que tinha fobia de borboletas. </p>
<p>O que me preocupa diante de comentários desse tipo é que provavelmente muitas pessoas na platéia tinham algum envolvimento (direto ou indireto) com fobias, como era o caso de alguns colegas meus, e a forma como vc se expressou ao falar de alguns exemplos pode ter passado uma mensagem errada. Além disso, tenho receio que alguns espectadores tenham saido da palestra achando que é correto rotular pessoas que tenham qualquer tipo de fobia como pessoas &#8220;piradas&#8221;, malucas, reforçando assim uma visão superficial do diagnóstico psicológico.</p>
<p>Assim como vc, estou preocupado em informar corretamente as pessoas sobre o conhecimento que a psicologia tem a oferecer e em desmistificar esteriótipos que possam causar sofrimento e descriminação contra pessoas com certos transtornos que, é importante enfatizar, variam muito em seus graus de comprometimentos.</p>
<p>Parabenizo o InPA pela iniciativa de divulgar a psicologia através destas palestras e espero que muitas outras sejam realizadas ainda!</p>
<p>um grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Temor de Desempenho por Fábio Augusto</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/temor-de-desempenho/#comment-5</link>
		<dc:creator>Fábio Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 13:42:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.inpaonline.com.br/2007/09/19/temor-de-desempenho/#comment-5</guid>
		<description>Rommel, obrigado pelo comentário. Concordo com a observação de que uma análise sem o relato verbal do nosso cliente ou sem a observação direta do comportamento é passível de ser simplista. Entretanto, vejo o &quot;temor do desempenho&quot; como um recurso descritivo e não explicativo. Em outras palavras, se esse for empregado apenas como terminologia que resume classes de comportamento observadas em várias pessoas, uma a uma,  penso que ele continuará tendo algum valor, da mesma forma que têm as entidades nosográficas que recebem a chancela da &lt;strong&gt;APA&lt;/strong&gt; - American Psychiatric Association e da &lt;strong&gt;OMS&lt;/strong&gt; - Organização Mundial de Saúde. Imagine termos sempre que falar nas classes de comportamentos, uma a uma, de cada um dos poblemas catalogados no DSM-IV e CID-10, quando nos reportarmos à comunidade não-científica! Isso traria muita dificuldade de diálogo entre psicólogos/médicos e aqueles que assistem a uma entrevista ou lêm um post desse blog. Dar nome às coisas e aos eventos observados parece algo útil, desde que tomemos o cuidado de não confundir descrição com explicação. ;) Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rommel, obrigado pelo comentário. Concordo com a observação de que uma análise sem o relato verbal do nosso cliente ou sem a observação direta do comportamento é passível de ser simplista. Entretanto, vejo o &#8220;temor do desempenho&#8221; como um recurso descritivo e não explicativo. Em outras palavras, se esse for empregado apenas como terminologia que resume classes de comportamento observadas em várias pessoas, uma a uma,  penso que ele continuará tendo algum valor, da mesma forma que têm as entidades nosográficas que recebem a chancela da <strong>APA</strong> &#8211; American Psychiatric Association e da <strong>OMS</strong> &#8211; Organização Mundial de Saúde. Imagine termos sempre que falar nas classes de comportamentos, uma a uma, de cada um dos poblemas catalogados no DSM-IV e CID-10, quando nos reportarmos à comunidade não-científica! Isso traria muita dificuldade de diálogo entre psicólogos/médicos e aqueles que assistem a uma entrevista ou lêm um post desse blog. Dar nome às coisas e aos eventos observados parece algo útil, desde que tomemos o cuidado de não confundir descrição com explicação. <img src='http://www.inpaonline.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Temor de Desempenho por rommel</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/temor-de-desempenho/#comment-4</link>
		<dc:creator>rommel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 03:20:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.inpaonline.com.br/2007/09/19/temor-de-desempenho/#comment-4</guid>
		<description>Fábio, 

Esse temor também existe nas pessoas que estão dentro das organizações vivendo seu dia-a-dia. De certa maneira você já relacionou isso ao falar de &quot;profissional&quot;. Há reportagens veiculadas nas revistas especializadas que mostram o &quot;temor do sucesso&quot; no ambiente organizacional, ou seja, quando a pessoa deixa de realizar tarefas ou aceitar um posto de maior responsabilidade (o sucesso), porque ela evita o reconhecimento (e até mesmo a pressão) do demais (público) e quando vivencia o sucesso passa a ter as sensações de um mal estar relacionado a esse reconhecimento. Como esquiva, ela começa a ter pensamentos de desvalorização de sua capacidade ou dizer que o momento pessoal/familiar não é adequado para justificar a recusa em levar o compromisso profissional adiante. 
Entretanto, considero que uma explicação assim é simplista. É preciso sim uma análise aprofundada, muito provavelmente com apoio psicológico, para identificar o que seria uma barreira, limites pessoais ou mesmo um desvio do projeto de vida no qual a definição de SUCESSO não é a mesma que se encontra para as pessoas em geral.
Foi muito bom você ter abordado esse tema!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fábio, </p>
<p>Esse temor também existe nas pessoas que estão dentro das organizações vivendo seu dia-a-dia. De certa maneira você já relacionou isso ao falar de &#8220;profissional&#8221;. Há reportagens veiculadas nas revistas especializadas que mostram o &#8220;temor do sucesso&#8221; no ambiente organizacional, ou seja, quando a pessoa deixa de realizar tarefas ou aceitar um posto de maior responsabilidade (o sucesso), porque ela evita o reconhecimento (e até mesmo a pressão) do demais (público) e quando vivencia o sucesso passa a ter as sensações de um mal estar relacionado a esse reconhecimento. Como esquiva, ela começa a ter pensamentos de desvalorização de sua capacidade ou dizer que o momento pessoal/familiar não é adequado para justificar a recusa em levar o compromisso profissional adiante.<br />
Entretanto, considero que uma explicação assim é simplista. É preciso sim uma análise aprofundada, muito provavelmente com apoio psicológico, para identificar o que seria uma barreira, limites pessoais ou mesmo um desvio do projeto de vida no qual a definição de SUCESSO não é a mesma que se encontra para as pessoas em geral.<br />
Foi muito bom você ter abordado esse tema!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Uma máquina que mede emoções&#8230; por mohn</title>
		<link>http://www.inpaonline.com.br/blog/index.php/uma-maquina-que-mede-emocoes/#comment-2</link>
		<dc:creator>mohn</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 15:46:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.inpaonline.com.br/2007/09/06/uma-maquina-que-mede-emocoes/#comment-2</guid>
		<description>A matéria é bastante interessante e a máquina é no mínimo curiosa, mas o que me preocupa é saber que as máquinas (tecnologia) estão cada vez mais próximas da essência do ser humano. Por um lado vem a colaboração dessa tecnologia para o crescimento humano, mas por outro, até onde vale a pena ser desvendado por uma máquina? E pelo que me parece, as emoções são só o começo...
Ainda assim, achei a reportagem fraca de dados ou sem muita convicção da real profundidade que essa máquina pode alcançar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria é bastante interessante e a máquina é no mínimo curiosa, mas o que me preocupa é saber que as máquinas (tecnologia) estão cada vez mais próximas da essência do ser humano. Por um lado vem a colaboração dessa tecnologia para o crescimento humano, mas por outro, até onde vale a pena ser desvendado por uma máquina? E pelo que me parece, as emoções são só o começo&#8230;<br />
Ainda assim, achei a reportagem fraca de dados ou sem muita convicção da real profundidade que essa máquina pode alcançar.</p>
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