Assertividade: Você diz “não” ao seu cônjuge?

As relações no contexto conjugal permitem a expressão do amor, viabilizam auxílio mútuo, possibilitam o compartilhamento de ferramentas para a solução de problemas comuns e são, muitas vezes, geradoras de bem estar incomparável.
No entanto, as diferenças, os conflitos, os desentendimentos, as disputas se apresentam e, com isso, essas relações dificultam que as pessoas se expressem adequadamente, fazendo com que se sintam mal por isso.
Há situações nas quais as pessoas se expressam, mas de uma forma tão intensa que o ouvinte se sente invadido, desrespeitado, e até humilhado pelo falante.
É possível, contudo, estabelecer uma relação na qual haja equilíbrio nas exposições verbais, discussões e argumentações. Para isso, em primeiro lugar, nós devemos repensar a forma como agimos em relação ao outro e passarmos a emitir comportamentos adequados no contexto da comunicação.
Dizer “não”, por exemplo, é necessário, mas há várias formas de se dizer não. O “não” poder “seco” e objetivo, ou pode nem mesmo ser pronunciado e ser apresentado de forma a buscar uma alternativa que traga um compromisso viável entre os cônjuges.
E você, sabe dizer “não”?

Por Fábio Caló, psicólogo.

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