Trabalho contribui para manutenção da qualidade de vida em mulheres soropositivas

Esta é a conclusão de um estudo conduzido por psicólogos da Universidade de São Paulo, que teve como objetivo compreender o papel do trabalho no enfrentamento da Aids entre mulheres. A pesquisa foi publicada na revista Psicologia em Estudo, em junho de 2011, e contou com a participação de 10 mulheres com idades entre 27 e 57 anos e tempo de soropositividade entre 5 e 10 anos.

Os resultados indicaram que o trabalho é visto pelas participantes como um lugar de acolhimento e suporte, que permite com que se sintam parte de um grupo em que podem produzir, ampliar suas relações sociais e pensar em outras coisas além da doença.

Os autores alertaram também para a importância de que haja uma compreensão por parte do empregador em relação a necessidade de flexibilidade nos horários e negociação de eventuais atrasos, de modo que seja possível conciliar o tratamento com a manutenção da atividade profissional.

O estudo completo está disponível online e pode ser acessado clicando aqui.

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